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Bora ao cinema, ver o “Milagre no Rio Hudson”!?

Ir ao cinema também é uma forma de viajar, desta vez fui ver o “Milagre no Rio Hudson”, um filme realizado por Clint Eastwood. Um filme forte com uma grande mensagem, como todos os filmes deste realizador.

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Tom Hanks e Clint Eastwood em set do filme.

Adoro um herói, principalmente um real, um homem comum que faz algo extraordinário. No papel principal temos Tom Hanks como o comandante Chesley “Sully” Sullenberger, que na manhã do dia 15 de janeiro de 2009, conseguiu pousar o Airbus de passageiros que pilotava nas águas do rio Hudson, depois de, ao descolar, um bando de pássaros ter colidido com o avião, inutilizando os seus dois motores e impedido Sully e o co-piloto, Jeff Skiles (Aaron Eckhart) de voltarem ao Aeroporto de La Guardia, de onde tinham partido, ou de aterrarem noutro aeroporto nas redondezas, acabando por pousar o avião no rio Hudson. Salvando os 155 passageiros e tripulantes do seu voo, e a sua própria vida, Sully salvou muitas outras vidas, ao evitar que o avião da US Airways se despenhasse na área metropolitana de Nova Iorque. Porém ele e o seu co-piloto são acusados de atitude irresponsável pela Comissão do Inquérito oficial. Querem saber como acaba, vão ao cinema!!! 😉

 

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Imagem real do avião e seus passageiros nas águas geladas do rio Hudson.

O que posso dizer é que vale a pena, pois podemos acompanhar todos os eventos e decisões daquele dia incrível, e de tudo o que aconteceu com a Comissão do inquérito oficial e ainda podemos conhecer um pouco mais o Homem\herói desta historia como ser humano com todas as suas dúvidas, angustias e em toda a sua humildade, pois acaba por partilhar os louros com todos aqueles que socorreram ao avião. Bons voos seja de avião ou de moto, mas sempre com finais felizes!!

Maria Duarte
maria@foxy-riders.com

Designer, fotógrafa e relação publicas. Tenho uma enorme paixão por motos e desportos radicais. Amo a forma como me fazem sentir! De tal maneira que o meu veiculo do dia a dia é uma BMW F800 e, para mim, escrevo para a melhor revista de motos portuguesa, a REV Motorcycle Culture, onde tenho a oportunidade única de experimentar novas motos, conhecer novos construtores e viver a minha paixão como forma de vida. A culpa foi do meu pai, que um dia chegou a casa com uma Harley Davidson e eu, miúda dos meus 6 ou 7 anos fiquei apaixonada para toda a vida. Aos 10 anos comecei a conduzir motos, mas como não tinha a minha, cheguei a “roubar” a moto do meu jardineiro. Por pensar e agir de forma muito própria, percebi muito cedo que sou responsável pela minha felicidade e que normalmente nada tem a ver com o que a sociedade nos incute, ganhei do meu pai a alcunha de “a rebaldeira”. Também porque adoro experimentar novas actividades e testar os meus limites, apesar de ser muito feminina, gosto de muitos desportos que são considerados, desportos ou actividades masculinas. Para mim, preconceitos! Algo que se manteve constante em toda a minha vida, passear de moto por um dia ou mais sem destino, só guiada pelo meu espirito aventureiro, ainda é das minhas coisas preferidas da vida!

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